Os textos que ARG vai dar a conhecer requerem uma explicação. Vieram parar-lhe às mãos por um mero acaso. Foram encontrados, não numa farmácia,como A Família de Pascoal Duarte,de Camilo José Cela,mas num canto,algures por aí,já se não lembra o ARG onde.
Ao contrário,porém, do que atrás sucedeu,não sofreram qualquer alteração. Vão ser transcritos tal como estavam,sem tirar uma vírgula. Como não traziam título,mas apenas números,teve de se lhes arranjar,pelo menos,um. E assim,pareceu ao ARG,que TEXTOS DE UM ACASO,abrangendo-os a todos,não fica nada mal.
domingo, 4 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
PASSARÕES
O moço já trazia a lição estudada. Até ali,viera de comboio,um comboio ronceiro,como eram quase todos os daquele recuado tempo,e,naquela altura,tinha ali uma barca à sua espera. Mas que barca e que ancoradouro,tão desconjuntados eram. Uma e outro davam mostras de não poderem resistir a um inverno mais rigoroso. Pelo menos,assim pensou. É que aquilo eram penedos por todo o lado. Só que ele não sabia o que veio a saber mais tarde. Aquele era um local abençoado,por ter ali atravessado uma santa.
Naquela noite de verão,uma noite calmosa que apenas as estrelas se encarregavam de alumiar, e um ou outro pirilampo,tudo correu como devia ser. Mesmo assim,só quando se viu na outra margem é que respirou melhor. A seguir,tinha pela frente um bom par de quilómetros,sempre a trepar. Mas ele era novo e as cigarras tiveram pena dele,acompanhando-o até ao topo.
Era a sua primeira grande aventura. Muitas outras se sucederam,algumas sem aviso prévio,
como que à queima-roupa. Mas há que estar preparado para tudo. Depois se verá. Em todas elas se notaram traços da primeira. Ele foram os transportes e as pernas,ele foram as ladeiras mais ou menos íngremes,ele foram as noites,algumas escuras como breu,ele foram as pedras e os pedregulhos.
Cigarras é que nem uma. Passarões é que não faltaram,o que não é bem a mesma coisa. Para compensar,teve,mais do que uma vez,anjos a ampará-lo,ou talvez um apenas,que os anjos sabem disfarçar-se.
Naquela noite de verão,uma noite calmosa que apenas as estrelas se encarregavam de alumiar, e um ou outro pirilampo,tudo correu como devia ser. Mesmo assim,só quando se viu na outra margem é que respirou melhor. A seguir,tinha pela frente um bom par de quilómetros,sempre a trepar. Mas ele era novo e as cigarras tiveram pena dele,acompanhando-o até ao topo.
Era a sua primeira grande aventura. Muitas outras se sucederam,algumas sem aviso prévio,
como que à queima-roupa. Mas há que estar preparado para tudo. Depois se verá. Em todas elas se notaram traços da primeira. Ele foram os transportes e as pernas,ele foram as ladeiras mais ou menos íngremes,ele foram as noites,algumas escuras como breu,ele foram as pedras e os pedregulhos.
Cigarras é que nem uma. Passarões é que não faltaram,o que não é bem a mesma coisa. Para compensar,teve,mais do que uma vez,anjos a ampará-lo,ou talvez um apenas,que os anjos sabem disfarçar-se.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
CASTELO DE ALMOUROL - PORTUGAL
UM MONTINHO DE TRABALHOS E UMA MONTANHA DE AJUDAS - XV
85 - Algumas considerações sobre a capacidade de troca catiónica dos solos. 1986
86 - Formas de azoto do solo e seu dinamismo. 1986
87 - Taxas de mineralização do azoto orgânico do solo. 1986
88 - Relação dos teores dalgumas formas de azoto dos solos com as respostas de milho grão e de milho forragem à adubação azotada. 1986. Em colaboração.
89 - Sobre a fertilização do amendoim. 1986
90 - As leguminosas e a acidificação do solo. 1986
86 - Formas de azoto do solo e seu dinamismo. 1986
87 - Taxas de mineralização do azoto orgânico do solo. 1986
88 - Relação dos teores dalgumas formas de azoto dos solos com as respostas de milho grão e de milho forragem à adubação azotada. 1986. Em colaboração.
89 - Sobre a fertilização do amendoim. 1986
90 - As leguminosas e a acidificação do solo. 1986
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
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