Aspectos de deficiência de ferro podem ser induzidos por uma quantidade excessiva de cobre,zinco,cobalto e manganésio. Esta acção parece explicar-se de uma forma catalítica,pela oxidação do ferro,tanto na solução do solo como no protoplasma. O ferro,no desempenho das suas funções,tem de se encontrar no estado de ião bivalente - a sua forma activa. Em presença de quantidades excessivas doutros elementos,de maior potencial de oxidação,dá-se a sua
transformação em ferro trivalente ,considerado ineficaz.
Como dissemos,o equilíbrio deve existir também entre os catiões utilizados em maior quantidade e os oligoelementos. Muitos casos de carência destes últimos estão intimamente ligados com uma desproporcionada intervenção dos primeiros. A acção do Ca,K e Mg manifesta-se,em primeiro lugar,fazendo deminuir o grau em que os elementos mínimos são absorvidos e,em segundo lugar,criando necessidades maiores em relação a eles. São,portanto,duas acções que se adicionam para um mesmo fim.
Das muitas experiências com plantas do género Aleurites verificou-se,por exemplo,que o aparecimento de sintomas resultantes de uma falta de
manganésio está muitas vezes dependente duma acumulação exagerada dum dos três catiões citados. O mesmo acontece para o zinco,cobre e boro. Em relação ao boro,é conhecida a influência que o cálcio e o potássio possuem em
acentuar as consequências duma falta deste elemento. Nas condições de excesso de boro,só o cálcio é capaz de trazer este elemento a um nível conveniente;o potássio,ao contrário,acentua o mal.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
JOGO LIMPO
Aquilo não atava,nem desatava,parecia estarem-se a medir forças,ou a ver como paravam as novas modas. Nada de passos precipitados,de que,depois,se teriam de arrepender,não indo a tempo,porque o que está feito,feito está.
E assim,alguém teria de ir aguentando,à espera de dias melhores,para,então,
poder respirar como deveria ser,que como vinha acontecendo há uns tempos,não era bom para ninguém,nem mesmo para aqueles que julgavam ter dado um passo certo,mas parecia que de certo nada tinha.
É que o que deveria interessar ,acima de tudo, era jogo limpo,que servia para os dois lados,pois que a sorte nem sempre está do mesmo lado. Com paciência,lá chegaria a vez de cada um,que assim é que é bonito,pois o mundo,esperava-se,não acabaria no dia seguinte.
E assim,alguém teria de ir aguentando,à espera de dias melhores,para,então,
poder respirar como deveria ser,que como vinha acontecendo há uns tempos,não era bom para ninguém,nem mesmo para aqueles que julgavam ter dado um passo certo,mas parecia que de certo nada tinha.
É que o que deveria interessar ,acima de tudo, era jogo limpo,que servia para os dois lados,pois que a sorte nem sempre está do mesmo lado. Com paciência,lá chegaria a vez de cada um,que assim é que é bonito,pois o mundo,esperava-se,não acabaria no dia seguinte.
NEM PIO
Eram onze horas de uma manhã soalheira de domingo. Acabara de sair de casa e trazia,além de um saco de lixo,um feixe de inveterados hábitos. Fechara a porta e dera o primeiro passo no passeio da sua rua,uma rua central lá do bairro. O que lhe apetecera imediatamente fazer,para cumprimentar a sua rua? Pois foi cuspir para o chão,com grande desenvoltura. Um outro isto observou sem espanto. Era o que tinha já visto,vezes sem conta. Mais,da mesma familia,haveria de ver. Era só dar tempo ao tempo. Não demorou muito. Tinha sido o último aquele cigarro. Foi a caixa atirada para o asfalto,sem cerimónias. Mas não há duas sem três,e,ao virar da esquina,lá estava a terceira,uma terceira encorpada. Nada menos do que três grandes poias,de três senhores cães,na relva do jardim. E os donos,ali ao lado,em animada cavaqueira. O que se há-de fazer? Nem pio. É que o risco é grande. Podem cuspir-lhe em cima,mandá-lo passear e não se sabe mais o quê.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
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