quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
UM CASO DE CARÊNCIA DE MANGANÉSIO,1952 - XXI
Boro
Encontra-se principalmente nas folhas,sendo a forma mais usual a inorgânica. Conferem-lhe uma acção importante no metabolismo do cálcio,conservando-o solúvel e contrariando a sua deficiência,na actividade meristemática e do tecido vascular,na formação de nódulos das leguminosas,no equilíbrio de oxidação-redução. Nas folhas,a sua mobilidade é muito reduzida ou quase nula.
Embora os sintomas de deficiência variem muito de espécie para espécie,há alguns que são no geral bastante frequentes - morte das extremidades apicais,folhas com tendência para o enrolamento e desenvolvendo por vezes uma clorose pouco intensa,aspecto enrolado do mesófilo,frutos deformados.
Os casos mais conhecidos de falta de boro são os seguintes:podridão seca da beterraba sacarina e forraginosa,"Brown Heart" dalguns nabos,"Browning" da couve flor,"Cracked Stem" do aipo,
"Yellow Top" da luzerna,"Top Sickness" do tabaco,"Internal Cork" da macieira,"Brown Spotting" do damasqueiro,"Hard Fruit" dos citrinos.
Encontra-se principalmente nas folhas,sendo a forma mais usual a inorgânica. Conferem-lhe uma acção importante no metabolismo do cálcio,conservando-o solúvel e contrariando a sua deficiência,na actividade meristemática e do tecido vascular,na formação de nódulos das leguminosas,no equilíbrio de oxidação-redução. Nas folhas,a sua mobilidade é muito reduzida ou quase nula.
Embora os sintomas de deficiência variem muito de espécie para espécie,há alguns que são no geral bastante frequentes - morte das extremidades apicais,folhas com tendência para o enrolamento e desenvolvendo por vezes uma clorose pouco intensa,aspecto enrolado do mesófilo,frutos deformados.
Os casos mais conhecidos de falta de boro são os seguintes:podridão seca da beterraba sacarina e forraginosa,"Brown Heart" dalguns nabos,"Browning" da couve flor,"Cracked Stem" do aipo,
"Yellow Top" da luzerna,"Top Sickness" do tabaco,"Internal Cork" da macieira,"Brown Spotting" do damasqueiro,"Hard Fruit" dos citrinos.
DESCULPE
Ele era muito esmoler,talvez por em rapaz ter beneficiado da generosidade de familiares,que,de vez em quando,o contemplavam com umas moeditas,que,todas juntas,davam para uma larga temporada.
Acontecia,porém,que,às vezes,exagerava,não pela quantidade,pois não era assim tão desprendido,mas pelo destinatário. É que não sabia lá distingui-los muito bem,sabe-se lá porquê,se calhar por achar que,mesmo não estando à espera, lhes saberia bem.
Uma vez,pelo menos,até passou um mau bocado,pois antes de dar,quis saber se era habitual. Olhe lá,é costume contemplar aqui esta gente? Parecia não ter entendido. Nem pelo Natal? Não,tem graça,nunca tinha pensado nisso.
O outro era já velho, e como que nadava em dinheiro. E ficara a pensar,coitado. Era capaz de não ter gostado,e, sabe-se lá, ficar doente. Olhe,esqueça isso,era outra coisa que eu queria saber. Desculpe.
Acontecia,porém,que,às vezes,exagerava,não pela quantidade,pois não era assim tão desprendido,mas pelo destinatário. É que não sabia lá distingui-los muito bem,sabe-se lá porquê,se calhar por achar que,mesmo não estando à espera, lhes saberia bem.
Uma vez,pelo menos,até passou um mau bocado,pois antes de dar,quis saber se era habitual. Olhe lá,é costume contemplar aqui esta gente? Parecia não ter entendido. Nem pelo Natal? Não,tem graça,nunca tinha pensado nisso.
O outro era já velho, e como que nadava em dinheiro. E ficara a pensar,coitado. Era capaz de não ter gostado,e, sabe-se lá, ficar doente. Olhe,esqueça isso,era outra coisa que eu queria saber. Desculpe.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
DESABAFOS INCONTIDOS
Coitado do velhote. Mal se punha de pé,e muito mal via. Pois apsar de tanto contratempo,ali estava ele,muito colado à máquina com dinheiro,em tentativas infrutíferas. Trazia companhia,uma familiar,mas não confiaria nela,não confiaria em ninguém.
Coitada da senhora. Muito incomodada,fazia os seus desabafos incontidos. Ele não quer ajuda,ele não quer ajuda. Ora a minha vida. E o velhote não largava a caixa,muito sobre ela,como a escondê-la,mas ela não se comovia. Talvez zangada com tanta insistência,acabou por engulir a caderneta. Lá tiveram que ir por socorros. Coitado do velhote,coitada da senhora.
Coitada da senhora. Muito incomodada,fazia os seus desabafos incontidos. Ele não quer ajuda,ele não quer ajuda. Ora a minha vida. E o velhote não largava a caixa,muito sobre ela,como a escondê-la,mas ela não se comovia. Talvez zangada com tanta insistência,acabou por engulir a caderneta. Lá tiveram que ir por socorros. Coitado do velhote,coitada da senhora.
CAUDAL DE RECORDAÇÕES
O que por lá se escondia,improdutivo. Tanta coisa armazenada,à espera do dia da sua revelação. E fora o que ele acabara de testemunhar,ainda que sem querer,só porque ia a passar. Uma surpresa,grande e agradável surpresa.
A pensar-se que de lá não vinha nada de jeito,e afinal,ali estava brotando um caudal de recordações,jorrando naturalmente,incontido. Uma grande,uma agradável surpresa.
A pensar-se que de lá não vinha nada de jeito,e afinal,ali estava brotando um caudal de recordações,jorrando naturalmente,incontido. Uma grande,uma agradável surpresa.
UMA AJUDAZINHA
Qual seria o negócio que naquela altura os ocupava? Se calhar,nem eles saberiam bem do que se tratava,coitados. Fora o que lhes viera parar às mãos,assim como um presente que lhes tivesse caído do céu,ainda que o céu não fosse para ali chamado,pois que de negócios daqueles o céu não cuidava. Mas o que se havia de fazer,se aqueles eram uns tempos para esquecer,uns tempos de muito maus negócios,e eles só negócios é que sabiam fazer? E assim,ora bolas para os negócios,bons,e maus,que o diabo está sempre lá à espreita,para dar uma ajudazinha.
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